segunda-feira, outubro 30, 2006

Amor com amor se paga



Se existem coisas de que realmente gostamos é de uma boa briga.
O imbróglio em que está envolvido Miguel Sousa Tavares promete. Mais a mais com a encenação que tudo isto está a ter. O blogue que referia um eventual plágio do “Equador” foi sabotado. Em seu lugar (com o mesmo endereço web) aparece agora a Oficina do Livro – a Editora da Obra - com elogios rasgados e traços biográficos em defesa, presumo, do bom nome do referido escritor e jornalista. Coincidências do caralho!
Mas por obra e graça do Santo, a explicação em que se baseia a acusação voltou.

nota: dica do Aspirina B, que por sua vez dicou do Ligações Perigosas.

Só que existe aqui uma ligeira mas importante diferença: se um gajo qualquer me invadisse a cela nada seria resolvido “à paulada”. Talvez “suicídio” soasse melhor. Mas o melhor ainda é que o sistema de comentários só permite, depois de analisados pelos autores, serem ou não referenciados. O que quererá isto dizer? Canalhice?

Depois os “anónimos” somos nós!

3 Comments:

Anonymous margarida rebelo pinto said...

por causa das coisas, há um blog que se anda a clonar, como um virus ( http://freedomtokeepcopyingfredomtocopy.blogspot.com/ ).

3:02 da manhã  
Anonymous Anónimo said...

... olha isto também já anda aqui! Então aproveito, já que não consigo por o comentário no Aspirina B (não entra ;), fica aqui:

" O Jagudi escreve com perícia e o Valupi também. E obviamente têm direito à sua opinião, que até pode ser competente na esfera da literatura.

Eu sou um leitor descomplexado, não tenho nem pretendo ter, felizmente, uma relação para-profissional com a literatura; entre os melhores livros que li está a Obra ao Negro da Yourcenar, A Criação do Gore Vidal, o Vermelho e Negro do Stendhal, Salambô do Flaubert, só para citar alguns, a que poderia juntar o Eça, o Jorge Amado e paro por aqui para não chatear.

Felizmente que quando me referi ao Equador neste blogue antes de começar a polémica, disse "chamem-me foleiro se quiserem", mas eu gostei do livro.

E gostei mesmo.

Portanto não me reconheço no conjunto dos leitores a quem Equador não aproveitou, pelo contrário. Haja diversidade como disse o Luís, não proponham uma doxa universal, uma unicidade qualquer.

Agora sobre isso do plágio ainda não me pronuncio, não conheço o outro livro, aliás nem o Equador já tenho..."

py

7:33 da tarde  
Blogger xatoo said...

Py
o Salambô do Flaubert é anti-semita,,,

entretanto o link da outra denúncia do plágio também já se eclipsou
Anda por aí uma brigada de novos censores que é obra

8:49 da tarde  

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